Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


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2005-01-03
O Povo:
Cinema, música e literatura
Em Sem Receita, livro lançado pela Publifolha, o ensaísta e compositor José Miguel Wisnik trafega pelas searas da literatura, música e cinema

Correio da Bahia:
Imagens de Peso
Primeiro DVD da carreira de Ed Motta é premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte
Retorno ao som de boleros
O ritmo latino domina as faixas do disco que traz de volta à cena a cantora Marilia Barbosa

JB Online:
A língua de Babel de Careqa
Cantor e compositor aposta na pluralidade de gêneros e climas em terceiro CD
Carnaval bem explicadinho
Enredos são temas de entrevistas

Diário do Nordeste:
Baticuns Bárbaros
Gil continua querendo mudança. Agora, resolveu mesclar algumas sonoridades eletrônicas mais explícitas com os timbres dos violões e dos tambores que sempre o acompanham.
Azulay Andrucha eles
O reencontro não ia virar álbum, o diretor Andrucha Waddington sugere até que, em “Outros (doces) bárbaros”, os ensaios foram até um pouco mais importantes do que os shows. Andrucha deu uma relevância histórica ao convite da gravadora Biscoito Fino.
Dez anos de cultura brasileira
“Múltiplo e coerente, abençoado pelos deuses da música e da poesia, Gilberto Gil, ao abraçar e reprocessar diversas tendências, enriquece o patrimônio da música brasileira e ao mesmo tempo desenha e reflete a cara de um Brasil em movimento”.
Doce Maestro
Gil revisitou pelo menos duas parcerias, em um mesmo projeto: com o diretor Andrucha Waddington, com quem filmara “Tempo Rei” e “Viva São João”, e com Caetano, Bethânia e Gal, com quem - como quase todo mundo já sabe - revivera, há dois anos, sob o patrocínio de uma rede de supermercados, uma formação das mais efêmeras, transgressoras e fundamentais da música brasileira, os Doces Bárbaros.
O ministro canta e fala na ONU
“Gil na ONU”. É assim que está no menu principal do DVD “Eletracústico”. E é isso mesmo: em setembro de 2003, aquele que já cantou que “o melhor lugar do mundo é aqui e agora” foi para a sede da entidade “soberana” mundial, em Nova York, mostrar com quantos versos e acordes se faz diplomacia e cultura. Sem deixar de mandar seu recado em prosa também.
Pelos caminhos da cultura
O Caderno 3 conversou com representantes cearenses de diversas áreas da cultura - artes plásticas, música, teatro, audiovisual, literatura - para saber de suas apreciações sobre as políticas culturais da Prefeitura de Fortaleza e do Governo do Estado, em 2004.