Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


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2005-01-21
no mínimo:
O samba é pop
Mart’nália canta bem pacas – e cada vez melhor. Há muito deixou de ser “a filha do Martinho da Vila” e tem personalidade e voz raras em sua geração.
O adeus do pós-malandro
Como numa fotonovela tragicômica que se desdobra disco a disco, Bezerra da Silva aparece empunhando uma arma na capa de “Malandro rife” (1986), por trás das grades em “Justiça social” (1987), crucificado e armado em “Eu não sou santo” (1990), entre fantasias da morte e da justiça corrupta em “Partideiro da pesada” (1991) e dando uma banana sob a faixa presidencial em “Presidente caô caô” (1992).

Revista Música Brasileira:
Bezerra da Silva
O malandro verdadeiro é um sujeito inteligente que não bafejado pela sorte desde o berço, aprendeu a sobreviver por intermédio da sagacidade e da lucidez, não da desonestidade como se supõe, sabendo, sim, fazer a transgressão que não machuca, apreciando o bom e o melhor, sabendo obtê-lo na base da simpatia e da conquista, jamais da grossura ou violência.

Viva Favela:
Mangue Beat no topo
Ninguém duvida da qualidade musical do movimento pernambucano Mangue Beat, que desde que surgiu, nos anos 90, conquista adeptos por onde passa. Agora o reconhecimento superou qualquer expectativa. O CD Da Lama ao Caos, de 1994, álbum de estréia de Chico Science e Nação Zumbi, foi apontado por críticos musicais como um dos dez discos mais importantes da história da música popular brasileira.

Diário do Nordeste:
Senhorinha brasileira
A grande dama da canção brasileira, na melhor fase de sua extensa e íntegra trajetória musical. O público que compareceu aos shows principais de abertura do II Festival Vida & Arte, noite de quarta-feira última, pôde aplaudir uma Maria Bethânia em plena forma, abusando do lirismo, da interpretação, dos dotes vocais e do dom de emocionar.

O Povo:
Civilização do samba
Zeca Pagodinho comanda a noite do samba no 2º Festival Vida & Arte, que também vai ter apresentações de Alcione e da Velha Guarda da Portela. Quase quarenta anos depois de sua fundação, o grupo de veteranos portelenses segue como reserva moral e cultural do mais autêntico samba carioca
Maria Bethânia - Estrela da vida inteira
Ela declamou versos de Pessoa. Cantou palavras de Chico e Vinicius. Mas também reservou surpresas para os reverentes fãs que lotaram ao show
Coração verde e rosa
De um lado, o azul e branco majestoso da Portela, defendido pela Velha Guarda e por Zeca. De outro, o verde e rosa da Mangueira, escola do coração de Alcione