Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


links open windows




This page is powered by Blogger. Why isn't yours?





Subscribe with Bloglines


contact





home





2004-04-06
O Dia:
Samba com voz própria
Teresa Cristina lança primeiro CD com suas músicas, já conhecidas no circuito da Lapa

Digestivo Cultural:
Imperador do samba
Talvez São Paulo não seja mesmo o túmulo do samba, mas é certo que – hoje – o berço do samba é o Rio de Janeiro. E não apenas por causa do carnaval (que a Bahia também tem, embalado por música baiana). Acontece que, quando surge uma figura como Marcos Sacramento, e um disco como “Memorável Samba” – entendemos que só no Rio essas coisas poderiam fazer sentido.

meu lote:
UNESCO E SAMBA
Não tenho idéia muito clara do que possa, em termos concretos, representar para o samba sua elevação, pela UNESCO, ao patamar de "patrimônio cultural da Humanidade". Mas imagino que isso possa se traduzir em medidas que barrem a política de imposição da estética pop-rock em escala global, ora em curso, e que resguardem o samba em sua condição de matriz de nossa música popular urbana e elemento definidor da identidade musical nacional.

Pandeiro Brasil:
Gente que fez
João Machado Gomes nasceu no Rio de Janeiro em 17 de maio de 1887 e lá morreu em 12 de janeiro de 1974, o único carioca dos 12 irmãos, baianos como os pais. Na infância freqüentou as rodas de sambas e macumba que aconteciam clandestinamente nos terreiros cariocas.

Correio da Bahia:
Encontro de notáveis
Disco reúne Naná Vasconcelos e Itamar Assumpção em lançamento que inaugura o projeto CD 7

O Povo:
Tesoura cega
Durante os 20 anos da ditadura, os censores do regime autoritário examinaram milhares de músicas. Entretanto, muitos compositores conseguiram, com talento, driblar a cartilha que ditava as regras da censura. O resultado é que clássicos como ''Apesar de Você'', de Chico Buarque, passaram ilesos pela tesoura
Abril pro choro
Exposição baseada no livro de Henrique Cazes revisita a história do choro e celebra a memória de seus grandes heróis. A mostra será aberta hoje à noite e antecipa as comemorações em torno do Dia Nacional do Choro, que se estenderão por todo o mês de abril no Centro Cultural Banco do Nordeste
Os novos chorões
O espaço Choro contemporâneo encerra o percurso da exposição mostrando como o choro moderno deixa de ser considerado um estilo específico de composição para se tornar uma maneira de tocar. Segundo Cazes, uma das características da nova geração de chorões, como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa ou o grupo Tira Poeira, é justamente uma maior abertura quanto às possibilidades de improvisação.
Programação chorona

Diário do Nordeste:
Do choro ao samba
O mês é do choro, no Centro Cultural Banco do Nordeste. Para marcar a data em que se comemora o nascimento de Pixinguinha, no próximo dia 23, instituída como o Dia Nacional do Choro, o espaço cultural do Centro preparou uma vasta programação que inclui shows, workshops e lançamentos de livros e discos.
Um menestrel duro na queda
A dolência grave e precisa da sua interpretação - que por conta da sua atividade como peixeiro acabou ficando de fora da primeira iniciativa de resgate da Velha Guarda, produzida por Paulinho da Viola em 1970, em “Portela, Passado de Glória”, um dos sambas imortais do próprio Monarco - seria inicialmente registrada apenas em coros, como na “Retumbante Vitória”, sua “primeira composição séria”, cantada por Ventura, em um álbum produzido por Zé Kéti, nos anos 60.
Legado sem cadência
Henrique Cazes- A gente sempre ouvia falar de composições dele, desde quando apareceu ´Tudo menos amor´, cantada pelo Martinho da Vila, depois a ´Quitandeiro´, cantada pelo Roberto Ribeiro. Ficava com aquela marca: ´samba do Monarco´, saía matéria no Jornal do Brasil...
Samba em majestade
Apesar de majestoso, já no apelido de infância e na obra, o cantor e compositor Monarco, 70, permanece pouco conhecido, fora do circuito dos bambas cariocas. Dois lançamentos, o álbum ´Uma história do samba´ (Rob Dogital) e um volume da coleção Perfis do Rio (Relume Dumará), ´Monarco - voz e memória do samba´, nas letras do músico e pesquisador Henrique Cazes, revelam ao público toda a majestade popular e histórica de Hildemar Diniz - cujo apelido infantil só não virou ´Monarca´ porque, afinal, ´a´ no final do nome é ´coisa de mulherzinha´
Uma convincente história do ritmo
“O título indicava que o CD não se propunha a contar a história do samba, mas ‘uma história’, ou seja, como um sambista via, de dentro para fora, a trajetória do samba ao longo de várias décadas”, sustenta Henrique Cazes, no “perfil” da Relume Dumará. A produção de “Uma história do samba” seria mais uma missão dada a Monarco pelo produtor Katsunori Tanaka.

O Globo:
Ney Matogrosso une forças com Pedro Luís e a Parede em 'Vagabundo'
Ney Matogrosso não perde o rebolado. Depois de uma temporada contida cantando Cartola de careta, ele volta a pisar no terreno que gosta. Uma afinidade que nasceu das canjas que dava nos shows de Pedro Luís e a Parede desembocou no agitado CD "Vagabundo" (Universal), com desdobramento em dois DVDs, um da etapa de ensaios e gravações que sai a qualquer momento e um mais para a frente, ao vivo.
Repertório veio do imenso manacial rotulado de 'música alternativa'
O repertório de ''Vagabundo" veio praticamente todo deste imenso manancial da música brasileira que se convencionou chamar de alternativo e que cada vez mais se torna uma alternativa para a renovação da MPB.

Daniella Thompson on Brazil:
Blue Toucan Music
New U.S. label focuses on Brazilian music