Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


links open windows




This page is powered by Blogger. Why isn't yours?





Subscribe with Bloglines


contact





home





2003-06-08
now playing: Vander Lee - No Balanço do Balaio

Correio da Bahia:
Pequeno panorama do choro
Almanaque traz história e desenvolvimento do gênero musical brasileiro

Diário do Nordeste:
A intimidade do Poetinha
Em 2003, comemoram-se 90 anos desde o nascimento de Vinicius de Moraes (1913-1980), o mais popular dos escritores brasileiros de formação erudita. Conhecido principalmente pelos êxitos como poeta e compositor, Vinicius mostra outras facetas em sua correspondência...
Um poeta de muito fôlego
Pelo lado do “mito”, os textos revelam também a adoção de firmes posicionamentos políticos, além da transição, ocorrida ao sabor dos anos, entre o Vinicius “candidato a Rimbaud”, o poeta que estreou com “Forma e Exegese” (1933), até o escritor cujo desenvolvimento criativo elevou sua poesia a um patamar superior.
Quinteto Agreste Caminhando Sempre
No início, era a vontade de cantar. Pouco a pouco, veio a vontade de fazer do hábito devoção. E profissão, tanto quanto possível. Assim nascia, há 30 anos, um grupo que, bebendo na melhor fonte da cultura popular cearense, acabaria por se tornar uma referência da nossa musicalidade.
Tempos de censura e muita criatividade
“Viabilizamos o disco em uma parceria com o BNB, antevendo o que viria a ser essa Lei de Incentivo à Cultura”, orgulha-se Arlindo.
Novas possibilidades para o regional
Para Marcílio Mendonça, integrante do Quinteto Agreste durante 13 anos e hoje proprietário do estúdio Pro-Áudio, o retorno do grupo acontece em um momento de novas possibilidades para a música regional.
No retorno, novas canções
“Quando, depois de um processo que foi acontecendo aos poucos, o grupo terminou, achamos que seria impossível retomar esse trabalho”, confessa Arlindo Araújo, sobre a dissolução do Quinteto Agreste. O tempo provou o contrário.

Gazeta de Alagoas:
Ed Motta lança o CD Poptical, pela Trama
Com a Universal, o músico tinha contrato para mais dois discos, mas a Trama acabou comprando seu passe e pagando as pendências. Na época da contratação, no fim do ano passado, Ed Motta chegou a declarar que não fazia aquilo por dinheiro e que sempre foi bem tratado pela antiga gravadora.

Gazeta do Povo:
Minha tribo sou eu
Zeca Baleiro mostra hoje no Guairão o repertório de seu álbum mais recente. CD PetShopMundoCão sumiu das lojas por conta do fim da Abril Music.

O Globo:
Quando a MPB era uma festa
Nunca um grupo tão grande de compositores talentosos surgiu em tão curto espaço de tempo. Em cinco anos, de 1965 a 1970, o Brasil descobriu a música de — vai em ordem alfabética para não ferir susceptibilidades — Alceu Valença, Beto Guedes, Caetano Veloso, Chico Buarque de Hollanda, Dori Caymmi, Edu Lobo, Egberto Gismonti, Francis Hime, Geraldo Vandré, Gilberto Gil... Pausa para recuperar o fôlego. E mais: Gonzaguinha, Ivan Lins, Joyce, Martinho da Vila, Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Renato Teixeira, Sidney Miller, Suely Costa, Tom Zé.
Uma história de desafios, rejeições e traições
O clima era de guerra. Tanto que, num festival, os cantores não interpretavam as músicas, mas as “defendiam”. Chico Buarque compôs “A banda” para derrotar Gilberto Gil, que acreditava que iria vencer o festival da Record, de 1966, com “Ensaio geral”. Gil desafiou Chico a compor coisa melhor.
Cinco cenas dos velhos tempos
PLÁGIO?: “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, ganhou o primeiro Festival da Excelsior, em 1965, por 9 a 1, sem o voto do décimo jurado, Eumir Deodato, que acusava os autores da canção de plagiar Villa-Lobos.

Barão em Revista:
Uma Nova Era
Resenha do livro "Música Brasileira para Contrabaixo - Volume 2 (Ed. Lumiar)", do músico Adriano Giffoni.