Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


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2001-10-04
A Tarde:
Um abraço para Rufino
Uma grande noite de samba, tendo como homenageado o sambista e compositor baiano Nélson Rufino, acontece hoje, a partir das 21 horas, no Teatro Porcão, Corsário. A festa O Rio Abraça Nélson Rufino terá, dentre outros, a participação de Lecy Brandão e sua banda; da dupla Arlindo Cruz e Sobrinha, além de Délcio Luiz, do Kiloucura. Rufino, que cresceu ouvindo músicas de Caymmi e é um dos grandes compositores e poetas da MPB, interpretará antigos sucessos e músicas inéditas.

O Estado de S. Paulo:
A volta de Braguinha e sua coleção de disquinhos coloridos
Chegam ao CD, especialmente para o mês das crianças, as versões musicais do veterano compositor para clássicos da literatura infantil, que marcaram época a partir dos anos 40
Maior orgulho de Braguinha são as canções infantis
Rei do carnaval, criador de obras-primas como 'Copacabana' e 'As Pastorinhas', o compositor considera que se realizou de fato quando compôs para alegrar as crianças
O disco redescobriu as crianças
A partir dos anos 90, surgiram selos e trabalhos alternativos de ótima qualidade

Jornal da Paraíba:
Zezé Motta vem á Paraíba
A "cantriz" se apresenta no dia 24, em Campina. No repertório, canções que foram celebrizadas na voz de outra diva, Elizeth Cardoso

O Globo:
Novo choro ganha diversos sotaques
Em tempos de festival de cinema, o choro carioca não tem do que se queixar. A segunda etapa do festival promovido pelo Museu da Imagem e do Som (MIS), ocorrida na noite de terça-feira numa Sala Cecília Meireles lotada, foi mais uma mostra de que o choro sobrevive há mais de um século à margem da indústria graças aos seus talentosos filhos. Das 12 músicas que subiram ao palco, classificaram-se dois músicos conhecidos, Cristóvão Bastos ("Respira fundo") e Mario Séve ("Fabiano e sua turma"), e dois "estrangeiros", Toinho do Cavaco, de Juiz de Fora ("No boteco do Helio") e o recifense Beto do Bandolim ("Quando os vejo").
Reinventando o MIS
Um velho conhecido da vida cultural carioca, que andava meio sumido, está de volta à ativa. Há muito tempo não se via o Museu da Imagem e do Som - MIS, para os íntimos - aparecendo tanto nos cadernos culturais e nas dicas de programação dos jornais. Nos últimos meses, o museu reinaugurou suas salas de cinema e de vídeo e organizou um festival de choro, além de consolidar as rodas de samba, às sextas, e de choro, às quartas como um programa certo.
Para o futuro, lançamentos de livros e acervo digital
Apesar de estar de olho no futuro, o MIS continua firme em seu trabalho de guardar nossa cultura para as próximas gerações. O projeto de gravação de depoimentos para posteridade, que andava parado, retornou este ano, dividido em diversas séries, como "Enredo do meu samba" (com personalidades do carnaval) e "Quem te viu quem TV" (com atores, diretores e pessoas da televisão, de uma forma geral). Recentemente, gravaram entrevistas Daniel Filho, Joãozinho Trinta e Ney Matogrosso.
"As amizades são muito importantes para o MIS"
É claro que sem dinheiro e sem os parceiros certos, boa parte dos projetos do MIS ia morrer na gaveta. Marília é pragmática:
- Outro motivo de nosso bom momento é que muitos de meus amigos estão ocupando cargos em órgãos ou empresas que de alguma forma pode ajudar o museu. As amizades é muito importante para o MIS.
Ouça depoimentos da nova safra do MIS

(Daypop)

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