Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


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2001-10-08
Jornal do Brasil:
Daniela e Zizi em busca da virada
Vulgarizado até a ultima gota o conceito da cantora eclética, as divas da MPB vagam entre estilos e gêneros pós-fixados que nem sempre garantem portos seguros estéticos. Depois de dois discos de grande vendagem em idioma italiano (Per amore e Passione) e um mergulho na diversidade acústica (Puro prazer), Zizi Possi ancora na bossa nova. Mas faz uma abordagem muito pessoal do gênero do banquinho e o violão em seu Bossa (Universal).
Do axé ao pop sensual
Cantora de bons recursos técnicos que investe em sua porção autoral bem menos dotada (assina três das 14 faixas), Daniela Mercury aciona a metralhadora giratória estética em Sou de qualquer lugar.
Do italiano à bossa nova
Além de um gênero, a bossa nova pode ser uma forma de tocar ou até uma atitude musical. Uma combinação dessas duas últimas foi a via escolhida por Zizi Possi para carimbar o projeto Bossa, proposto pelo diretor de sua gravadora, a Universal, onde ela iniciou carreira no disco Flor do mal, em 1978, quando a empresa ainda atendia pelo nome de Polygram.
Nada de samba amargurado
Moacyr Luz cultiva veia de intérprete e celebra mestres do gênero em CD e show

Jornal O Norte:
A "Bossa" de Zizi Possi
Zizi Possi está lançando seu novo CD, "Bossa", em que interpreta canções da música popular brasileira e estrangeira com uma leitura bastante particular. O disco foi produzido pela Universal Music.
17.º álbum de uma carreira de 20 anos
Realista - "Bossa" é o 17.º álbum de uma carreira de 20 anos. Ela o lança aos 45 anos. Nesse momento, outra característica da intérprete que se consolida é a de ser realista. "Bossa" nada tem a ver com a circunstância oportuna em que se encontra a bossa nova no mundo, com mercado amplo.
Uma bossa bonita quase sem novidades privilegia os paraibanos H. Vianna e João Linhares
Reputo Zizi Possi, a Ilzildinha, como a melhor cantora em atividade hoje no Brasil. E o seu grande trunfo é não fazer muitos floreios, ela canta de forma correta e límpida. Sua técnica é irreparável. Bossa (Universal Music), que acaba de chegar às lojas, contudo, não é um disco forte como os dois anteriores. Ela ousa menos no repertório, que apresenta o paraibano João Linhares ao Brasil com "Qualquer Hora" e traz uma inédita doutro paraíba Herbert Vianna, "Eu só sei amar Assim". Transita no terreno óbvio das releituras em pelo menos oitenta por cento do disco, que não é de bossa nova apesar de denunciar o título.

O Globo:
O compositor descobre o intérprete
Moacyr Luz não exagera quando diz que seu novo CD, "Na galeria" (Lua Discos), mudou-lhe a vida.