Brasilian Music Treasure Hunt
-notes from a search for musical treasure from Brazil -a quest for insight and understanding with a tendency to lapse into compulsive shopping


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2001-09-29
no.com.br:
Assim caminha a maturidade
Em "Solbambá", o primeiro CD solo (1999), Rodrigo Lessa aparece na capa quase imberbe, sério, encarando o suposto ouvinte. No encarte, cheio de sombras, são estampadas letras em boa parte duras ou tristes, em que o cantor se distancia um pouco de sua origem (o grupo de choro Nó em Pingo d?Água) e faz uma súmula de suas referências: de Tom Jobim a Olodum, de Gandhi a Zumbi, de Noel a Chet Baker. Independente como o primeiro, o recém-lançado "Feito à mão" mostra um Rodrigo um tanto diferente, não só pela capa decorada com cavanhaque, sorriso e rosto de perfil: há sambas-crônicas leves, área em que o violonista e bandolinista trafega bem; há faixas instrumentais, duas delas choros de boa cepa, com participação de gente do Nó; e ainda há músicas românticas ou sociais com maior poder de fogo, mostrando um compositor mais maduro

CliqueMusic:
Prazer em conhecer, Fred Martins
Jovem compositor já gravado por Ney Matogrosso e Zélia Duncan lança Janelas, sua estréia em CD
Isso é Zizi Possi, isso é muito natural
Eclético disco de bossa nova da cantora tem inédita de Herbert Vianna, Beatles, boleros - e até Tom Jobim
Zizi Possi - Bossa
Zizi Possi não queria fazer de Bossa um disco de bossa nova. Ou melhor, queria fazer um disco de não-bossa, armando-se de complexas explicações conceituais sobre "células" de bossa nova e outros babados.
Celso Viáfora - Basta um Tambor Bater
Parceiro low-profile de Ivan Lins, Celso Viáfora abandona o ecletismo que caracteriza seu trabalho como compositor (com escalas no baião, balada e valsa, por exemplo) para dedicar todo um álbum ao samba.
Tim Maia - These Are the Songs
Maltratado em vida por tudo que é gravadora possível, Tim Maia virou vítima destas mesmas corporações - que volta e meia reempacotam o que o síndico fez de relevante e de irrelevante numa mesma fornada. Não é o caso deste curioso These Are the Songs, que vem a ser uma coletânea de canções compostas em inglês por Tim e gravadas entre 1971 e 1976 (quer dizer, mais ou menos no auge da criatividade do cara).

JC Online:
Élton Medeiros leva Prêmio Shell
Do samba de raiz veio o grande vencedor do Prêmio Shell de Música deste ano: Élton Medeiros foi o escolhido pelo júri formado por jornalistas, músicos, cantores e compositores. O sambista, autor de O sol nascerá, em parceria com Cartola, receberá o troféu pelo conjunto da sua obra - desenhado pelo joalheiro Caio Mourão - e um prêmio de R$ 15 mil, que serão entregues em dezembro, numa de festa com show do homenageado e outros artistas convidados.

Correio Braziliense:
Coletânea traz pérolas da bossa
A Bossa Nova não se resume a Chega de Saudade, Garota de Ipanema e mais meia dúzia de canções gravadas e regravadas até os dias de hoje. Depois de lançar, dentro da série Bis, seqüências de títulos da Jovem Guarda e da Era do Rádio, a EMI traz agora 15 CDs duplos com o selo "Bossa Nova." Como nas outras seqüências, dois discos são coletâneas - Um Banquinho, um Violão 1 e 2 - que servem para lembrar aqueles artistas sem produção suficiente para um álbum solo. Os demais reúnem, um a um, músicas de Alaíde Costa, Dick Farney, João Donato, Johnny Alf, Joyce, Lúcio Alves, Luiz Eça, Marcos Valle, Marisa, Milton Banana Trio, Pery Ribeiro, Sylvia Telles, Wilson Simonal.
Daniela Mercury mergulha no pop
O novo CD de Daniela Mercury (foto), Sou de Qualquer Lugar, fecha um ciclo. O flerte com a sonoridade eletrônica, iniciado no álbum anterior Sol da Liberdade, está cada vez mais aparente. Na toada dos beats sequenciados, sai o altruísmo e a militância em favor das manifestações soteropolitanas e entra uma visão mais globalizada.

A Tarde:
Daniela fala de seu novo CD
Daniela Mercury radicalizou, em Sou de Qualquer Lugar (BMG/Ariola). O CD traz à tona uma artista que colhe os frutos da carreira em cores mais vivas, tomando liberdades de flertar com todos os estilos que achou que devia, sem perder o tom. Enfim, esse é um disco "radicalmente eletrônico, mas muito brasileiro", como revela em entrevista exclusiva para o Caderno 2. Confira.

Correio da Bahia:
Suave e abusada
Em novo disco, Daniela Mercury escancara a intenção de romper com imagem da axé music, investe em sonoridade cosmopolita e assume o lado mutante
"Me sinto uma mutante"
Daniela enfrenta a maratona de entrevistas para falar sobre o novo CD e reafirmou que fará um Carnaval sem cordas e com muitas novidades

Diário de S. Paulo:
A baiana é pop
Daniela Mercury muda radicalmente o visual, investe em repertório intimista e romântico no álbum Sou de Qualquer Lugar, que inclui uma regravação de Rita Lee
Sou de Qualquer Lugar apresenta uma fusão de ritmos
Quem dançava ao som de O Canto da Cidade e Batuque, no início dos anos 90, e hoje ouvir o novo álbum de Daniela Mercury pode levar um susto. De Qualquer Lugar não lembra nem um pouco a cantora de dez anos atrás. A baiana está com ritmo mais pop e as interpretações são mais intimistas.
A canção que lança o disco, Beat Lamento, que já é tocada nas rádios, lembra o funk/ soul dos anos 70. Como a própria cantora define é um "funksambasoul"bem parecido com Nobre Vagabundo.

O Estado de S. Paulo:
Daniela Mercury, techno e insinuante
A cantora e compositora baiana passa ao largo da axé music em sétimo CD

Jornal de Brasília:
Com toque de mestre
Harmonia do Samba lança novo CD com participação especialíssima do também baiano Gilberto Gil

Jam Music